sábado, 14 de abril de 2012

Chromeo no Brasil!


ATÉ QUE ENFIM!!
Turnê sul americana com dois Shows no Brasil:
Dia 11/05, @ Sonár São Paulo (ingressos aqui)
Dia 12/05, @ Circo Voador, no Rio de Janeiro (ingressos aqui)

domingo, 20 de novembro de 2011

Personal Style: Dave 1

por Ben Olsen

O canadense gentil e cabeludo, com predileção por fotografar viajantes de avião mal vestidos, bem como frequentador assíduo do Homens mais bem vestidos da semana, Dave 1 do Chromeo está atualmente no meio da turnê Night Falls. Sobre os últimos 3 albuns, ele e seu parceiro musical P-Thugg (ele é mais baixo, igualmente cabeludo nas roupas de hip-hop com um talkbox) exportaram sua marca patenteada do eletro funk do mundo. ”Estamos prestes a nos retirar para começar a trabalhar no nosso 4º álbum” Dave explica. “Eu olho para o Led Zeppelin para inspiração em termos desdobramento de álbuns. O primeiro foi eles encontrando o seu som, o segundo tinha muito mais explosão, o terceiro foi o álbum mais refinado, embora tivesse “Immigrant Song” nele, e o quarto, que foi quando eles encontraram as musicas que durariam a vida inteira”. Antes do retorno do Chromeo ao The Forum ao norte de Londres na próxima semana, ele fala sobre o jeans de Bruce Springsteen, os Wallabees de seu avô, e as fotos que Mark Ronson não queria que vocês vissem...

Eu lembro quando tinha sete anos e minha mãe me comprou um par de meias neon. Aquela sensação foi muito boa.

A coisa mais legal que eu já comprei foi quando eu tinha uns 14. Eu vi um dos primeiros vídeos do Jamiroquai e Jay Kay estava usando Adidas Gazelles. Você não podia encontrar tênis Adidas retrô em Montreal na época, mas no verão eu fui para Nova York e comprei o par de tênis. As pessoas me chamavam de Jamiroquai na rua.

Eu ficava olhando a coleção de discos dos meus pais por horas e ficava fascinado pela maneira como certos caras se vestiam. Serge Gainsbourg por exemplo. Gainsbourg - apesar da evolução da sua carreira a partir de um dandy dos anos 60 para um mauricinho dos anos 70 – usava ternos muito bem. Ele dava atenção aos detalhes – o relógio, as meias – eu acho isso muito importante.

Marcas e Designers não importam, mas o caimento importa. Quando eu era adolescente, eu vagava com um jeans e uma camiseta, mas eu nunca entendi por que ícones como Bruce Springsteen, que também usava um jeans e uma camiseta parecia incrível, mas eu parecia um idiota. Eu não acho que entendia a importância do caimento perfeito. Eu nunca fui comprado assim – meu pai se vestia como Larry Davis. Uma vez que você consegue coisas que realmente complementam o seu corpo, então você pode ficar bem em qualquer coisa.

As pessoas ainda usam ternos que são muito quadradões. Mas a coisa que realmente me incomoda são as calças do terno. Fazem as jaquetas personalizadas, mas as calças são muito compridas. A menos que você esteja procurando por um estilo hip-hop, elas tem que ser ajustadas. Além disso, as pessoas não prestam atenção no ponto de encontro entre a calça e os sapatos. É tão estúpido quando as pessoas usam ternos com tênis. Eu fiz isso no meu baile colegial, então eu superei isso.

Os pares de sapato mais legais já feitos são Wallabee Clacks. Eis o porque: eles são a única coisa em comum entre Wu-Tang Clan e o meu avô. Ele mostra que é tao legal - tão pós-moderno – sobre a cultura hip-hop: pega uma coisa que pertence a um contexto e faz com que funcione em um tal diferentes. Se o Wu-Tang Clan aparecesse na casa do meu avô, ele provavelmente ficaria com medo. Mas então ele pensria: "Ei, eu conheço os sapatos." Wallabees nunca sai de moda - você sempre precisa ter um par por perto.

Meu homem britânico mais bem vestido? Eu daria isso para Mark Ronson- que ele faz uma coisa e ele faz isso muito bem. Embora se você quiser uma risada, procure por fotos de Ronson em 2003, quando ele está vestindo calças jeans com uma camiseta e uma corrente de ouro. Mas isso é como eu - nós dois viemos do hip hop.

Todo homem elegante deve ter uma Proust em sua estante. Tudo sobre o dandy está lá. São 7000 páginas sobre dandismo.

A bíblia sobre o estilo moderno é um site chamado jjjjound.com Se a internet desligasse amanhã e tivéssemos que escolher apenas um site, este seria um bom candidato. Olhe esse site apenas uma vez na parte da manhã e você se sente ", Eu quero me vestir agora. "

Qual a música que todo homem elegante deve ter em seu iPod? Qualquer coisa que faça você querer ir e se vestir na frente de um espelho. Depende do seu humor e inspiração, mas eu só sei quando certas músicas vêm e eu tenho que me vestir voando.

Fonte: GQ Magazine

Chromeo e Solange Knowles "When the Night Falls" - Live on Jimmy Fallon

Q&A: Chromeo

David Macllovitch (Dave 1) e Patrick Gemayel (P-Thugg) se conheceram no colégio em Montreal, mais tarde assinaram com o selo do produtor e DJ canadense Tiga, para o lançamento do seu primeiro EP em 2004 "She's In Control". Em seguida veio "Needy Girl" que colocou os holofotes internacionais no talento para o eletrofunk do duo, colocando-os como queridinhos para fazer remixes de Cut Copy, Feist e Vampire Weekend
Macklovitch e Gemayel causaram um grande impacto, tanto na crítica quanto nas vendas, com o segundo álbum "Fancy Footwork", que provou ser uma mina de sucessos, tão popular quanto uma musiquinha de comercial, assim como foi a história de sucesso nos clubs.
Com uma data marcada no London Forum, 25 de novembro, Andy Malt se encontrou com o vocalista Dave 1 para conversar sobre a exploração no passado, o progresso no presente e os planos para o futuro.



AM: Quando vocês começaram a fazer música juntos, no colégio, qual era o tipo de som naquela época?
DM: Isso foi em 1992, eu tinha 14 anos. Eu diria que as músicas eram um tipo de jazz ácido no início. O primeiro disco do Jamiroquai tinha acabado de sair. Estávamos curtindo muito aquilo, Incognito, Brand New Heavies - Eu tava re-ouvindo aqueles discos à propósito. É hora de trazer o jazz ácido de volta! O primeiro álbum do Roots teve uma grande influência pra gente também. Aí embarcamos no funk dos anos 70 e 80 e começamos a produzir discos de hip hop com tudo que 'arquivamos'.

AM: Quanto tempo levou pra vocês desenvolverem um som que fosse reconhecido como "Chromeo" ? Foi uma direção que vocês tomaram intencionalmente ou algo que naturalmente aconteceu?
DM: Levou um tempo. Não tínhmaos uma direção criativa definida quando assinamos com a Turbo, não sabíamos o que estávamos fazendo. Simplesmente começamos a fazer músicas que não eram mais hip hop e naturalmente a coisa se desenvolveu daí. Pee se aprofundou nos sintetizadores, eu escrevi mais letras. De algum lugar na linha do funk dos anos 80 veio a influência que uniu tudo isso. Pegamos discos como Les Rythmes Digitales e "Discovery" do Daft Punk, e queríamos levar isso ainda mais longe. Fizemos "Woman Friend", aí "So Gangsta". Na hora que "Needy Girl" surgiu, a direção ficou clara...

AM: Como você o progresso do Chromeo ao longo do tempo? É algo que você poderia continuar por tempo indeterminado, ou algo com um tempo limitado de alguma maneira?
DM: Indefinido, enquanto provármos para nós mesmos que podemos continuar a expandir nosso som o suficiente para colocar mais idéias nele, que inicialmente não correspondem ao estilo do Chromeo. Pegue "Moma's Boy" ou "J' ai Claqué la Porte", por exemplo. "Momma's Boy" ainda é um dos nossos maiores sucesso - uma vez que vimos como ela foi recebida, foi tipo "Ok, podemos fazer qualquer coisa dar certo com o Chromeo". O mesmo foi com "Don't Turn the Lights On". Nosso desafio artístico é refinar nosso som, fazê-lo mais sofisticado, rico, mais polido, nos tornar melhores compositores e instrumentistas, e ao mesmo tempo manter a ingenuidade de músicas como "Tenderoni" ou "Bonafied". É uma tarefa difícil e poderíamos ficar nisso por um tempo.

Leia mais:
AM: Vocês estão se preparando para gravar seu quarto álbum agora. Quando vocês começam? Vocês já tem isso mapeado, ou as canções vão tomar forma no estúdio?
DM: Eu tenho trazido algumas idéias de músicas durante o ano e Pee está pra começar as demos no mês que vem. Nós dois vamos escrever algo em março e, mais ou menos em junho começemos a gravar.


AM: Você produziu o novo álbum de Adam Kasher, "Challenging Nature". Produzir outros artistas é algo que gostaria de fazer mais vezes? E qual a diferença de produção do seu próprio trabalho?
DM: Produzi o álbum do Adam Kesher porque eles são grandes amigos meus da gravadora. Havia uma conexão pessoal. Quero fazer mais trabalhos como esse, mas também quero manter o bom momento do Chromeo, então....veremos. Quando estou produzindo algo pro Chromeo, quero vê-lo com a mesma perspectiva crítica como se fosse o trabalho de outra pessoa. Acho que aprendi bastante com coisas que poderíamos ter feito nos nossos últimos lançamentos e estou ansioso para exigir mais de mim mesmo com o próximo álbum.


AM: Como surgiu a colaboração com Solange Knowles em "Business Casual", e como foi trabalhar com ela?
DM: Ela é uma grande amiga do meu irmão A-Track. Queríamos uma voz feminina para dar um 'up' na música, e ela foi a primeira que pensamos. Ela é realmente uma pessoa muito agradável para se trabalhar. As sessões foram divertidas, a irmã dela estava lá também, ficamos batendo papo. Na verdade, nós acabamos de nos apresentar em um grande programa americano de TV (Late Night with Jimmy Fallon) com Solange na semana passada.


AM: Quem mais está na sua lista de pessoas com quem você gostaria de trabalhar? Alguma delas foi escalada para aparecer no próximo álbum?
DM: Não, não tem lista. Tudo acontece naturalmente.


AM: Agora está fazendo quase um ano desde o lançamento de "Business Casual", as músicas mudaram desde quando vocês começaram a tocá-las ao vivo?
DM: Fizemos pequenas mudanças na estrutura, duração e arranjos para melhorá-las ao vivo. "Night by Night" quase não mudou. "Don't Turn the Lights On" e "Night Falls" estão sempre mudando, então...depende.


AM: Vocês irão tocar em Londres no dia 25. O que as pessoas podem esperar do seu último show de 2011?
DM: Dançar e cantar muito, como sempre. E uma grande emoção e gratidão da nossa parte.

AM: Vocês anunciaram Skream para abrir o show. São fãs dele?
DM: Com certeza - Ele fez nosso primeiro remix na campanha do "Business Casual". É um cara legal.

AM: Que outros artistas você está escutando no momento?
DM: O trabalho novo do Drake, do M83 e ASAP Rocky. E coisas antigas, claro.



Fonte: TheCMUwebsite

Chromeo segue ao som de seus sintetizadores.

"Espero que eu não pareça metido", diz David Macklovitch - também conhecido como Dave1, o elegante vocalista o duo electrofunk de Montreal, Chromeo - depois de falar entusiasmado sobre o quanto está feliz com o recente sucesso da sua banda.

Macklovitch parece realmente preocupado, sem nenhum vestígio do estilo 'sedutor' que seu tipo "Chromeo" sugeriria. Parece que ele quer manter o tipo sério em cheque, revelando um lado da banda que continua indiretamente nos levando a um parte mais profunda do que seus agradáveis hits de pista de dança nos diz.

Mas o rapaz de 33 anos - que também de alguma maneira tem tempo para cursar PhD em Literatura Francesa na Universidade de Columbia - está visivelmente muito orgulhoso de sua banda e do que ela tem realizado desde o lançamento de seu primeiro álbum, há sete anos atrás.
"Chegamos nesse estágio de serenidade agora, onde na verdade, não nos importamos como nossa música é entendida, desde que gostem dela."
Chromeo está mesmo curtindo a fase atual. Um ano se passou desde o lançamento de Business Casual - que atingiu a 4ª colocação na Billboard entre as músicas eletrônicas, e levou Chromeo ao alto escalão do gênero - e Macklovitch e a voz sintetizada do duo, P-Thugg (também conhecido como Patrick Gemayel), estão tocando para platéias cada vez maiores pelo continente.
A platéia obstinada na pista começa o grito de guerra da banda  - Chro-Mee-Oh Ohhhh-Oh - sempre que o elegante duo tenta deixar o palco.
"Com Chromeo, nós fornecemos um serviço", Macklovitch diz, explicando o compromisso da banda com seus consumidores. "Você gasta o seu dinheiro suado para vir nos assistir e se divertir, cantando junto as músicas que conhece, e queremos ter certeza que irá embora com maior sorriso possível."
Não é surpresa que os singles do Chromeo são devorados por DJs ansioso por manterem a platéia feliz. Seu som faz uma ponte entre os sintetizadores e a luzes estroboscópicas entre a era Thriller Michael e hip hop de Steely Dan do início dos anos 90.
Depois de uma performance no The Sound Academy em Toronto,

Leia mais: 
Chromeo tocou para um um "sold-out" Terminal 5 em Nova Iorque.
Nada mal para uma banda que inicialmente alguns críticos descreveram como uma novidade exótica e engraçada, quando eles aparecem com seu single "Needy Girl" pelo mundo, que foi base para o irônica volta por cima de Chromeo que trouxe a mais séria e honesta dance music pop dos anos 80.
Como o Yacht Rock e o Synth Pop, Dave1 e P-Thugg sem problemas se juntam, e a música do Chromeo existe num mundo que, de alguma maneira, é sexy e hilária.
"É nesta linha tênue que o Chromeo floresce", diz Macklovitch
Mas quando Chromeo pisca, você nunca tem muita certeza se eles estão fazendo piadinha com você ou chegando em você - estejam ele sendo abusados ou cafonas.
Macklovitch admite que ele e Gemayel - que se conheceram na escola e começaram a fazer música quando eram adolescentes - se preocupavam em não serem levados a sério quando deram início a banda.
Mas é difícil se preocupar quando você coloca 1000 pessoas em um lugar na primeira vez que vai tocar em uma cidade.
"Você pode ser engraçado e ter conteúdo;  pode ser intelectual e simples ao mesmo tempo," Macklovitch diz. "Se as pessoas pensam que somos irônicos, legal, que seja; se pensam que somos intelectuais, uma 'nerd-synth band', legal, que seja.
"Fazemos música esquisita, cara - temos um brutamontes árabe e um judeu magrelo cantando como Billy Ocean  coisas tipo temas de "Leisure Suit Larry" e "Rick James dos anos 80" . Esta coisa é estranha."
"O lado sério da banda aparece na determinação em continuar fazendo o melhor e se tornar maiores e melhores," ele diz.  O que foi lançado até agora são apenas "peças do quebra-cabeça" - a imagem completa ainda está por vir.
Por exemplo, enquanto a banda se dedica à inspiração nos synths dos anos 80, Macklovitch diz que isso poderia se tornar "uma característica menos marcante para se tornar parte de um todo".
"Eu não estou satisfeito com o que temos, acho que podemos fazer algo melhor. Me orgulho e amo muitas múiscas... mas te digo, isso pode ser muito mais louco."

Fonte: TheStar

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Don't Turn the Ligths On: Cover

*espana a poeira pra longe*
Enfim novidades, pessoas!

O musico Mayer Hawthorne lançou um ábum de covers chamado 'Impressions' e entre as escolhidas está uma versão de Don't Turn the Lights On.

Segundo o próprio Mayer:
"(Don't turn the lights on é) Minha música favorita do ultimo CD do Chromeo. Superficialmente, é um electro-funk, para encher a pista de dança, mas no fundo é uma balada de amor brilhante, com letra que me lembrou alguma coisa de Tyrone Davis. Dave 1 me disse que essa música é sobre um cara que se apaixona por um fantasma, então eu quis que minha versão fosse misteriosa, que parecesse fantasmagórica. Quincy McCrary tocou o solo de piano assustador no final."

Para quem quiser conferir o resultado, é só ir na página do Mayer, que disponibilizou lindamente o arquivo para download totalmente 0800.


Quem nao quiser baixar o álbum (o que acho uma calúnia, just saying), segue a musiquinha no nosso querido youtube:




quarta-feira, 9 de março de 2011

O mistério do 'Drive Time'

Sério, por essas e outras que eu amo esses caras. hahaah

Toda essa história de Menor Album do Mundo, nada mais era do que um pacote de voz para o Sistema de Navegação da Nokia, o SATNAV.
Muito criativo! Deve ser no mínimo divertido dirigir com o Chromeo mandando você virar para um lado e para outro :D

Aqui a explicação:




E a versão curta do vídeo:


sábado, 5 de março de 2011

Próximo álbum do Chromeo será o mais curto do mundo


55 faixas em 186 segundos. Esta será a estrutura do próximo álbum do ChromeoDrive Time, que está sendo produzido por Dave Bascombe (Placebo, Goldfrapp, Depeche Mode). A ideia do duo é trabalhar para chegar à alma, ao “átomo” da música que fazem. “As pessoas vêem o White Album como uma grande ideia porque ele é muito longo. Nós fomos à nossa essência”, disse Dave 1 em entrevista.
Com 3 minutos e 6 segundos (!) de duração, Drive Time será o álbum mais curto da história, desbancando fácil outros célebres trabalhos enxutos, como o Human Jerky do Cattle Decapitation (12:36), o Roustaboutdo Elvis Presley (20:05), o Second Album dos Beatles (22:13) e o Nashville Skyline do Bob Dylan (26:48).
Será também a primeira vez que o duo aparece com uma intenção política por trás de suas músicas. Segundo Dave 1, “quando o Chromeo surgiu rolou todo aquele barulho sobre sermos um duo árabe-judaico e, mesmo que a gente não seja encarado como uma ameaça política, eu decidi tomar uma posição”. Além disso, o álbum também inclui a canção-relâmpago “Turn Left”, que será uma releitura da “música de protesto” característica de Bob Dylan, artista que Dave 1 cresceu ouvindo e de quem seu pai era fã.
Veja algumas cenas das gravações e ouça as considerações do Chromeo sobre a concepção de Drive Time:




Latest tracks by drivetime-download

Vale destacar: o mais curioso nessa história toda é que o disco também será o menor do mundo em aspecto físico. Espia só o tamanho do LP:


Drive Time, só pra aguçar ainda mais a nossa curiosidade, ainda não tem data de lançamento prevista.



sábado, 26 de fevereiro de 2011

Chromeo Live on Conan

Os meninos se apresentaram no Talk Show do Conan O'Brien dia 21 de fevereiro.
Muito legal a apresentação, com direito a orquestra de Chromettes e tudo!




quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Chromeo no Coachella!

O line-up do Coachella, que acontece nos Estados Unidos, foi divulgado hoje e o Chromeo vai estar lá, no dia 17 de Abril
Vejam:
Para mais informações, visite o site oficial.
Festival http://www.coachella.com/

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Hot Mess feat. Elly Jackson

Saiiu a versão com a Elly, do La Roux. Eles postaram no Twitter:

There it is: the special duet version of Hot Mess featuring our gal Elly Jackson of @. Enjoy.

não ficou ruim, mas eu ainda prefiro a original. Será que vai ter outro clip também?
E o que vocês acharam?
Fonte: @Chromeo

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Chromeo - Cuidando dos negócios

Eles se conheceram no colégio, amam karaokê e tocar músicas 'vintage' dos anos 80. Então...como eles se tornaram os mais legais e contemporâneos no cenário pop atual? Michael Wylie-Harris nos traz algumas respostas... Isso deveria ser um amuleto para o Chromeo. Agora, em seu terceiro álbum (Business Casual, lançado em 27 de setembro no Reino Unido), o duo canadense de repente está incendiando a blogosfera e sendo convidado para participar do David Letterman. Dave 1 e P-Thugg (nomes reais David Macklovitch e Patrick Gemayel) fazem electro pop 'glitterball' em - você adivinhou - sintetizadores retrô de 1980, com distorções de vozes lançadas na medida certa. A última faixa do álbum, um grudento synth-driven electro-funk-pop em alta octanagem (no ITunes foi lançada com uma colaboração exclusiva de Ezra Koening, do Vampire Weekend), tomou forma na infecciosa "Could Be Wrong". Batemos um papo com o vocalista Dave 1...

Seu single atual se chama 'Don't Turn the Lights On' (Não Acenda as Luzes)... O Chromeo prefere fazer as coisas no escuro?
Depende da situação. Eu achei que provavelmente não tivesse muito na moda falar sobre "fazer algo no escuro", mas isso pode ser ser divertido....

Então..., você trabalhou com Exra Koening do Vampire Weekend... Como isso aconteceu?
Ezra e eu somos amigos há uns bons anos. Ele é um grande parceiro musical, vamos ao karaoke juntos e fazemos coisas desse tipo, então....já fizemos outros duetos muitas outras vezes antes. Ele é como se fosse um fã antigo do Chromeo - ele foi ao nosso segundo show em Nova York, conhece a banda há um bom tempo; muito antes do Vampire Weekend. Quando ele começou o Vampire, imediatamente eu me tornei fã também, eu sabia que ía ser algo grande. Conheço ele há uns 6 ou 7 anos talvez. Ele ía ao Columbia, onde eu ía. Uma vez ele chegou em mim e falou "Hey, Eu adoro Chromeo", e eu "Como você sabe a quantas anda o Chromeo?". Ele disse que tava no show de ontem e eu pensei na loucura disso, sabe, que alguém nos conheceria depois do segundo show. Nós mantivémos contato por um tempo, aí nos distanciamos um pouco, mas ficamos próximos de novo há alguns anos.

Então, vocês vão ao karaoke juntos.... O que vocês cantam?
Ah, faz tempo... Deixa eu pensar.... Ah, nós acabamos com “Free Fallin’” do Tom Petty, é...fizemos um pouco disso juntos. Eu cantava os versos e ele o refrão. Eu lembro que cantamos ‘Diamonds On The Soles Of Her Shoes’ do Paul Simon uma vez. Ele é um cantor fenomenal, vc sabe, não posso competir com ele vocalmente. Não mesmo. Ele é incrível.

Isso acontece depois de alguns drinks?
Não, não, a gente não bebe. Quero dizer, mal bebe. Talvez algumas cervejas...

Vocês escreveram a música juntos?
Sim, fizemos juntos. Bem, fizemos a letra juntos. Foi muito divertido cara.

Se colocássemos uma arma na sua cabeça, e te obrigasse a descrever o último álbum, o que você diria?
Você não precisa colocar uma arma na minha cabeça, só um gravador na minha boca. Ele é mais trabalhado e sofisticado, musicalmente falando, do que o anterior. Ainda é similar ao que fizemos com o último álbum, mas eu acho que, nos leva em uma direção mais interessante e sofisticada.

Oh, normalmente vocês odeiam fazer isso (colocar as armas longe)... O processo de gravação foi diferente?
Nós usamos muito do mesmo equipamento. Nós sempre usamos velhos sintetizadores dos anos 80, embora elas eram novas aquisições para nós. Eu acho que talvez o processo de composição tenha sido diferente... Pete e eu escrevemos músicas juntos no piano;sabe, como a velha escola dos compositores faz e então traduzindo para o som do Chromeo depois. Foi muito legal, na verdade, eu acho que rendeu bons resultados. Também, nós fizemos versões acústicas agora pela primeira vez.

Ooh... Vocês sempre fazem a versão acústica ao vivo?
Nós fazemos às vezes, só em ocasiões especiais. Vai na verdade ser um vídeo on line da gente fazendo três músicas acusticamente. É realmente divertido. Nós somos um grupo de música eletrônica mas o fato de podermos fazer esse tipo de coisa é o que nos separa do pacote, sabe...
Como as composições acontecem? É a batida primeiro ou palavras e melodia?
Isso depende. As vezes eu chego com as palavras primeiro e a então a melodia e o refrão e o conceito que acompanha. As vezes é o contrário.

Quão importantes são as letras?
As letras são muito importante para nós. No mundo da música eletrônica nós somos uma das bandas mais focadas nas letras. O que seria de “Needy Girl” sem ser sobre uma garota necessitada? O que seria de “Momma’s Boy” sem ser sobre um garoto da mamãe? Sabe, o que são as músicas sem as letras? Elas são cruciais.

Vocês fizeram alguns remixes de perfis bastante elevados. Isso é uma coisa que vocês curtem fazer?
Nós só fazemos remixes quando há um tipo de conexão especial aí, sabe. Nós não somos grandes produtores de Remix. Nós não fazemos isso o tempo todo, só realmente fazemos se alguém me pergunta se sabemos. Você sabe, os amigos costumam dizer que Vampire Weekend pediu a mim ou Aeroplane. Se ele nos pediu, então nós vamos fazer isso...

Como você e Pete se conheceram e formaram a banda?
Nos conhecemos no colégio. Fazemos música desde que tínhamos 15, 16 anos. Nós estávamos fazendo projetos diferentes então o Chromeo meio que aconteceu há seis ou sete anos atrás.

Fonte: tourdates.co.uk

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Chromeo e La Roux

Chromeo e La Roux fizeram um dueto e isso é realmente brilhante.


A menos que você seja doente mental ou um idiota, você certamente vai concordar que não há circunstâncias possíveis sobre quais novidades de uma NOVA MÚSICA COM LA 'ELLY JACKSON' ROUX PARTICIPANDO não é motivo para sair comemorando.
Então se prepare: Elly é a vocalista convidada do novo single do Chromeo. A música é 'Hot Mess' - é uma versão nova da que está no atual álbum do Chromeo - e ela sai em 17 de janeiro.



Nós temos que escutar isso. De fato nós a temos ouvido bastante. E é muito boa. A novidade é que virá como uma surpresa que ninguém soa, er, como uma faixa do Chromeo com La Roux nela. Se você tem a versão do álbum, o que você precisa imaginar é que depois do refrão (0:46 na versão do álbum) e todo o refrão novo - A batida La Roux - aparece. 



Aqui a versão do álbum:








Parece que ela está cantando "if I'd only known the attention you crave, could this be the reason I'm running away? So I'm breaking the chain, because love isn't meant to complain." (se eu soubesse a atenção que você deseja, este poderia ser o motivo que eu estou fugindo? Então eu estou quebrando a cadeia, porque o amor não significa reclamar). Ela pode estar cantando alguma outra coisa. Ela faz algumas coisas no verso também.


Enfim, é tudo tão alegre de ouvir, então lá vai.


Fonte: pop justice




Foto via @Chromeo


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Ok, eu gosto de La Roux, mas tenho medo dessa de mexer na letra, e essas coisas. Só resta esperar :)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Hot Mess is coming!

O Dave postou no Blog Oficial algumas fotos do próximo Clip, Hot Mess. Ainda não sei quando vai ser lançado, mas pelas imagens, vai ser no mínimo, épico. hahahah





Fonte: Blog Oficial

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

ION Magazine: O começo, Bushmills, Surface 2 air, dando aulas e Jack White.

Saiu no site da ION Magazine, dia 8 deste mês, uma entrevista MUITO legal (mas muito legal mesmo, é grande mas vale a pena!) com o P e o David.









Na capa dessa edição estão Dave 1 e P-Thugg do Chromeo. Ser retrô em um mundo Ocidental não é fácil.  Tendo quebrado muito rapidamente a janela de pixieglass do segundo ano com o hit do LP Fancy Footwork,  o Chromeo está sacando as suas armas – não se re-inventando, mas ficando com o som que lhes é familiar. O novo disco, Business Casual, é uma gravação clássica do Chromeo (sim, o terceiro álbum da banda pode ser clássico) que vai agradar tanto os fãs dos trabalhos antriores e fãs de electro funk pop da década passada. ION teve sorte suficiente em ter Love & Electirk, uma jovem e popular atuação de gênero similar, entrevistando Dave1 e P-Thugg. Nunca mais essas duas bandas podem estar no mesmo quarto, como qualquer catástrofe poderia ser esvazia a piscina do Funk canadense.

Então nós ouvimos o seu album Business Casual. Qual foi sua inspiração musical nesse disco, em comparação com os anteriores?
Dave 1: Eu diria que nós escutamos muito mais rock clássico – rock clássico dos anos 70, soft rock, Toto, Boz Scaggs, mas quer dizer...
P-Thugg: Ainda há muito funk, mas o soft rock meio que nos deu uma nova direção.
Dave 1: Há também musicas que soam meio como nada. “Don’t turn the lights on”, para mim, a única influência foi, como, talvez Sade para determinadas melodias.

Vocês são os porta vozes do whiskey Bushmills. Vocês bebem puro ou com gelo?

P-Thugg: Com gelo.
Dave 1: Na verdade é muito bom.
Eu não sei muito sobre whiskey então o fato de eu poder bebê-lo... Quer dizer, aí é que está, quando você é uma banda como nós, e você não está na rádio e você não está em um grande programa de TV, existem muitas maneiras de financiar uma turnê e também ter algum tipo de preço de promoção. Eu sei que um monte de pessoas tradicionais podem pensar que é uma coisa de traição, mas isso realmente não quer dizer nada nessa época. Como eu vejo é tipo assim: as gravadoras fecham esses acordos onde eles tem sua publicidade, sua propaganda e direitos de turnê e eles te dão esse grande avanço. Nós dissemos não à isso por que para nós isso é importante. Isso é nosso. Para nós, eu sinto como se você assinasse esse contrato você é tão vendido como alguém que licencia algo pra um comercial. Eu quero dizer, eu deveria me sentir mais vendido se a gravadora estivesse fazendo dinheiro com nossos shows ao vivo. Eu estou feliz em falar sobre isso.  Nós na verdade tivemos alguns comentários. Quer dizer, você não nos vê bebendo. Não há lugar em que você nos veja bebendo. Não é como “Nossa, como é bom Bushmills”. Você não nos vê bebendo isso em nenhum lugar. As fotos só são fotos legais. Nós tivemos a aprovação de toda a dimensão artística. É tudo sobre amizade. Toda vez que eles tem um pequeno clic de nós, não estamos falando sobre Bushmills.Como não há menção de nós fazendo qualquer coisa com o produto deles.
P-Thugg: É tipo uma situação de ganha-ganha – o ganha –ganha de três vias. As pessoas do Bushmills ganham, nós ganhamos e os fãs ganham. Temos que colocar em um show melhor.
Dave 1: Nós colocamos todo o dinheiro de volta em tudo, os vídeos, o disco. Nós reinvestimos de volta em coisas, então todo mundo se beneficia.


Quando você reconheceu o sucesso e voltou à era do She’s in Control, tem coisas que se arrepende ou que faria diferente?

P-Thugg: A coisa toda! [risos]
Dave 1: Eu escutei ele outro dia e quer dizer, era uma droga, era bom. Não havia precedentes naquela época. As vezes eu olho paa trás e estou como  “Uh, a obra de arte.
É terrível.” Mas,, tipo,é o nosso primeiro album.
P-Thugg: Nós ainda estávamos procurando pelo nosso som.
Dave 1: Nós não tínhamos empresários; não sabíamos como um agente era. She’s in Control não estourou. Foi muito falho em vários níveis. Mas nós tivemos ‘Needy Girl’ e ‘Needy Girl’ era como um passaporte musical. Essa música foi pelo mundo todo, e os DJs a tocavam em todo lugar, mas não havia remixes em She’s in Control mas uma – na verdade uma péssima: Paper Faces.
P-Thugg: Nosso melhor remix foi dois anos depois.
Dave 1: A gravadora colocou todo o dinheiro dela pegando um remix DFA para Destination Overdrive’, e  eles estavam como ‘Nós gastamos tudo” e nós estavamos como, ‘nossa’. Então foi uma dura experiência de aprendizagem mas eu olho para trás e realmente de alguma forma eu estou mais orgulhoso do que nós fizemos, porque era só eu e o P, indo para todo lugar, só nós dois.
P-Thugg: Gravando tudo, mixando tudo…
Dave 1: Agora que eu olho para trás, nossa banda narra a vinda dos blogs ou youtube. Quando nós lançaos o primeiro álbum, MySpace ainda não existia e o youtube também não existia. Nosso vídeo de Needy Girl foi praticamente um dos primeiros vídeos virais... mas as pessoas tinham que mandar um link doido. É estranho porque nós meio que vimos tudo acontecer. DJs foram os primeiros a nos apoiar. Em primeiro lugar, é ralmente como isso chegou perto. Com o primeiro álbum eram os DJs e um vídeo de snowboard. Então muitas crianças aprenderam sobre nós através disso.

Quantos vídeos vocês fizeram com Surface to Air?

Dave 1: Dois. Eu gosto muito da Surface to Air. Nós devemos muito à eles – eles são tipo uma parte da nossa imagem, Nós colaboramos muito de perto com esses caras. A logo era deles, as pernas foram idéia deles, as capas para o Business Casual e Fancy Footwork foi deles. O cara que é dono da companhia toda é um grande amigo. Muito crédito tem que ser dado a ele... Nos divertimos nos vídeos mas nossos vídeos não são auto indulgentes, é realmente um serviço. Quero dizer, eu me divirto, mas realmente desejo que milhões e milhões de pessoas qe assistem os vídeos como ‘Night by Night’ se divirta mais que eu. Nós vemos isso como algo para realmente mostrar às pessoas um bom momento.

Como se sente em ter alguma influencia sobre os jovens músicos?

P-Thugg: É ótimo, especialmente quando nós pegamos perguntas, sabe, sobre produção com pessoas realmente interessadas no que está acontecendo por trás das cenas... mais especificamente me perguntando sobre o talk Box ou os sintetizadores que usamos. É muito recompensador.
Dave 1: Eu concordo com o P. É realmente humilhante, e nós falamos aos músicos o tempo todo e avisamos à eles e P está em contato com todos os caras e tal. Eu sinto que, ao mesmo tempo, quando limpa a fumaça, eu espero que em um ponto as pessoas notem que nós fomos osprimeiros a fazer isso – tão longe quanto o Funk dos anos 80. Obviamente tem o Daft Punk – eles insinuaram nisso. Mas em termos de realmente tentar reabilitar o Rick James, a coisa do Hall e Oates, os sintetizadores e tal... você sabe, nós fomos uns dos primeiros. Não que a gente queira um prêmio especial ou qualquer coisa, mas o reconhecimento soa bem quando a gente obtém isso. Mesmo nos nossos shows quando nós começamos, P tendo uma voz sintetizada era uma curiosidade. Ele iria “E aí?” e as pessoas ficariam como “O que é isso?” Não tivemos mais isso. Agora, as pessoas mal reagem. Mas quando nós começamos, era como “O que é isso? É um tubo! É um robô! É um cara!”.

Como foi colaborar com Yo Gabba Gabba! e escrever uma música que era infantil?
Dave 1: P sempre responde as perguntas do “Como foi”, mas outra coisa que nós deveríamos esclarecer é que nós não escrevemos aquela música. Acredite ou não, eles tem seus próprios compositores lá. Então todas as músicas do Yo Gabba Gabba! é como um cara. Eu acho que o nome dele era Ken Lee, esse cara asiático moderno com óculos grandes. Ele escreveu a coisa toda e mandou para nós, tipo, três músicas, elas tinham qualidade demo então a gente pegou as músicas, escolhemos uma e transformamos em uma coisa Funky do Chromeo.
P-Thugg: Todas as três idéias eram muito compatíveis para nós. Então ele tinha os caras na mente quando ele estava escrevendo?
Dave 1: Definitivamente, especialmente a que a gente escolheu. Um par de músicas já poderia estar esperando, mas aquela já era muito funky.

Então, Dave, você está terminando seu PHD em literatura francesa e agora está ensinando em Nova York. Como você consegue equilibrar isso com música e como é quando os alunos te reconhecem?
Dave 1: Eu realmente não sei. Você tem que perguntar aos meus estudantes, mas acho que é meio divertido para eles. Eu não penso nisso quando dou aula porque há muito para fazer. É difícil equilibrar. Ao mesmo tempo. com a banda, você tem tempo quando não está em turnê. Escrever músicas para nós felizmente é muito rápido.  E o modo que nós dividimos o trabalho, P pode fazer um monte de coisas na minha ausência e então eu posso vir e nós podemos trabalhar. Esperamos que na próxima vez que nós fizermos uma entrevista com a ION eu serei um bom professor.

Você já deu aula com sua jaqueta de couro?  
Dave 1: Eu já usei jaquetas de couro, mas essa é um pouco sem mangas demais, sabe?
Chromeo esta aí por 8 anos, o que desmente qualquer tipo de rumor que as pessoas possam ter sobre vocês. Quais são suas idéias sobre essa questão?
Dave 1: É compreensível. Quer dizer, olha como a gente parece. Esse cara tem um tubo na boca; Eu falo sobre garotas. Quer dizer, obviamente eu teria minhas suspeitas também. Mas eu acho que Fancy Footwork meio que dissipou isso. Quando começamos nós parecíamos com o White Stripes. Quero dizer, Jack White usando calças vermelhas, redemoinhos em todo lugar, ele parecia música retro também. Como é que ninguém acha que eles são uma banda de brincadeira? Eles vem fazendo a mesma coisa e a imagem é  super consistente. Talvez, subconscientemente nós tentamos aplicar isso. E se você olha para o que somos agora, as pernas estão em todo lugar, o logo cromado está em todo lugar, tudo é consistente. Nós estamos tentando criar um universo entre nós e as capas dos nossos álbuns, nossas letras e tema. Quanto mais você faz isso, mais difícil fica para os outros te imitar. É por isso, a propósito, que você não pode imitar Jack White, como “what are you gonna do?” Quero dizer, quem pode sair por aí imitando Jack White? Ele é intocável. Ele é o único que pode usar calças vermelhas, cantar do jeito que canta, e ter aquele som retro e obra de arte doida. Então eu acho que é um modelo legal para seguir. Isso é o que leva á credibilidade à longo prazo.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Entrevista - Chromeo: Desafiando um gênero

Jordan do andPOP, entrevistou a dupla e foi tentar descobrir de onde vem o som do duo e, em qual 'gênero' eles melhor se encaixariam na música...
Nas palavras de Dave 1: "Electro...yeah...electro-pop...dance...funk...electro-funk, I mean...who cares anyway." 
indie-dance-new-disco (wtf! hahaha)
Falam um pouco sobre como Kraftwerk, Afrika Bambaataa no o início do 'electro', e as mudanças que Earth Wind & Fire trouxe para o 'funk'.
Também comentam a evolução do som deles, e Dave 1 dá um exemplo (bem interessante) ligado ao assunto.

Dá uma olhadinha:

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Duo electro-funk Chromeo fica Nostálgico no Wilensky's

O site eater.com fez um pequeno vídeo com o Dave e o Pee, voltando a um lugar que Dave costumava ir quando estava na escola. Muito bonitinho, vale a pena ver :D


Aqui está um vídeo do duo Electro-funk Chromeo visitando a famosa lanchonete Wilensky's Light Lunch em Montreal, Canadá (aberto desde 1932). O cantor e nativo de Montreal Dave 1 - cujo pai e avô comeram lá - relembra: "Eu me lembro quando estava na escola e comecei a vir aqui, assimo como na primeira série, quando eu comecei a sair no intervalo para almoçar e não comer na cantina da escola, caminhar até aqui que mal tinha tempo para comer."



Chromeo - wilensky from Studio1290 on Vimeo.


*modo groupie on* David, juro que se passasse por vc na rua assim, pulava no seu pescoço, bjs =X *modo groupie off* HAHAAH