quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Chromeo no Coachella!

O line-up do Coachella, que acontece nos Estados Unidos, foi divulgado hoje e o Chromeo vai estar lá, no dia 17 de Abril
Vejam:
Para mais informações, visite o site oficial.
Festival http://www.coachella.com/

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Hot Mess feat. Elly Jackson

Saiiu a versão com a Elly, do La Roux. Eles postaram no Twitter:

There it is: the special duet version of Hot Mess featuring our gal Elly Jackson of @. Enjoy.

não ficou ruim, mas eu ainda prefiro a original. Será que vai ter outro clip também?
E o que vocês acharam?
Fonte: @Chromeo

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Chromeo - Cuidando dos negócios

Eles se conheceram no colégio, amam karaokê e tocar músicas 'vintage' dos anos 80. Então...como eles se tornaram os mais legais e contemporâneos no cenário pop atual? Michael Wylie-Harris nos traz algumas respostas... Isso deveria ser um amuleto para o Chromeo. Agora, em seu terceiro álbum (Business Casual, lançado em 27 de setembro no Reino Unido), o duo canadense de repente está incendiando a blogosfera e sendo convidado para participar do David Letterman. Dave 1 e P-Thugg (nomes reais David Macklovitch e Patrick Gemayel) fazem electro pop 'glitterball' em - você adivinhou - sintetizadores retrô de 1980, com distorções de vozes lançadas na medida certa. A última faixa do álbum, um grudento synth-driven electro-funk-pop em alta octanagem (no ITunes foi lançada com uma colaboração exclusiva de Ezra Koening, do Vampire Weekend), tomou forma na infecciosa "Could Be Wrong". Batemos um papo com o vocalista Dave 1...

Seu single atual se chama 'Don't Turn the Lights On' (Não Acenda as Luzes)... O Chromeo prefere fazer as coisas no escuro?
Depende da situação. Eu achei que provavelmente não tivesse muito na moda falar sobre "fazer algo no escuro", mas isso pode ser ser divertido....

Então..., você trabalhou com Exra Koening do Vampire Weekend... Como isso aconteceu?
Ezra e eu somos amigos há uns bons anos. Ele é um grande parceiro musical, vamos ao karaoke juntos e fazemos coisas desse tipo, então....já fizemos outros duetos muitas outras vezes antes. Ele é como se fosse um fã antigo do Chromeo - ele foi ao nosso segundo show em Nova York, conhece a banda há um bom tempo; muito antes do Vampire Weekend. Quando ele começou o Vampire, imediatamente eu me tornei fã também, eu sabia que ía ser algo grande. Conheço ele há uns 6 ou 7 anos talvez. Ele ía ao Columbia, onde eu ía. Uma vez ele chegou em mim e falou "Hey, Eu adoro Chromeo", e eu "Como você sabe a quantas anda o Chromeo?". Ele disse que tava no show de ontem e eu pensei na loucura disso, sabe, que alguém nos conheceria depois do segundo show. Nós mantivémos contato por um tempo, aí nos distanciamos um pouco, mas ficamos próximos de novo há alguns anos.

Então, vocês vão ao karaoke juntos.... O que vocês cantam?
Ah, faz tempo... Deixa eu pensar.... Ah, nós acabamos com “Free Fallin’” do Tom Petty, é...fizemos um pouco disso juntos. Eu cantava os versos e ele o refrão. Eu lembro que cantamos ‘Diamonds On The Soles Of Her Shoes’ do Paul Simon uma vez. Ele é um cantor fenomenal, vc sabe, não posso competir com ele vocalmente. Não mesmo. Ele é incrível.

Isso acontece depois de alguns drinks?
Não, não, a gente não bebe. Quero dizer, mal bebe. Talvez algumas cervejas...

Vocês escreveram a música juntos?
Sim, fizemos juntos. Bem, fizemos a letra juntos. Foi muito divertido cara.

Se colocássemos uma arma na sua cabeça, e te obrigasse a descrever o último álbum, o que você diria?
Você não precisa colocar uma arma na minha cabeça, só um gravador na minha boca. Ele é mais trabalhado e sofisticado, musicalmente falando, do que o anterior. Ainda é similar ao que fizemos com o último álbum, mas eu acho que, nos leva em uma direção mais interessante e sofisticada.

Oh, normalmente vocês odeiam fazer isso (colocar as armas longe)... O processo de gravação foi diferente?
Nós usamos muito do mesmo equipamento. Nós sempre usamos velhos sintetizadores dos anos 80, embora elas eram novas aquisições para nós. Eu acho que talvez o processo de composição tenha sido diferente... Pete e eu escrevemos músicas juntos no piano;sabe, como a velha escola dos compositores faz e então traduzindo para o som do Chromeo depois. Foi muito legal, na verdade, eu acho que rendeu bons resultados. Também, nós fizemos versões acústicas agora pela primeira vez.

Ooh... Vocês sempre fazem a versão acústica ao vivo?
Nós fazemos às vezes, só em ocasiões especiais. Vai na verdade ser um vídeo on line da gente fazendo três músicas acusticamente. É realmente divertido. Nós somos um grupo de música eletrônica mas o fato de podermos fazer esse tipo de coisa é o que nos separa do pacote, sabe...
Como as composições acontecem? É a batida primeiro ou palavras e melodia?
Isso depende. As vezes eu chego com as palavras primeiro e a então a melodia e o refrão e o conceito que acompanha. As vezes é o contrário.

Quão importantes são as letras?
As letras são muito importante para nós. No mundo da música eletrônica nós somos uma das bandas mais focadas nas letras. O que seria de “Needy Girl” sem ser sobre uma garota necessitada? O que seria de “Momma’s Boy” sem ser sobre um garoto da mamãe? Sabe, o que são as músicas sem as letras? Elas são cruciais.

Vocês fizeram alguns remixes de perfis bastante elevados. Isso é uma coisa que vocês curtem fazer?
Nós só fazemos remixes quando há um tipo de conexão especial aí, sabe. Nós não somos grandes produtores de Remix. Nós não fazemos isso o tempo todo, só realmente fazemos se alguém me pergunta se sabemos. Você sabe, os amigos costumam dizer que Vampire Weekend pediu a mim ou Aeroplane. Se ele nos pediu, então nós vamos fazer isso...

Como você e Pete se conheceram e formaram a banda?
Nos conhecemos no colégio. Fazemos música desde que tínhamos 15, 16 anos. Nós estávamos fazendo projetos diferentes então o Chromeo meio que aconteceu há seis ou sete anos atrás.

Fonte: tourdates.co.uk

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Chromeo e La Roux

Chromeo e La Roux fizeram um dueto e isso é realmente brilhante.


A menos que você seja doente mental ou um idiota, você certamente vai concordar que não há circunstâncias possíveis sobre quais novidades de uma NOVA MÚSICA COM LA 'ELLY JACKSON' ROUX PARTICIPANDO não é motivo para sair comemorando.
Então se prepare: Elly é a vocalista convidada do novo single do Chromeo. A música é 'Hot Mess' - é uma versão nova da que está no atual álbum do Chromeo - e ela sai em 17 de janeiro.



Nós temos que escutar isso. De fato nós a temos ouvido bastante. E é muito boa. A novidade é que virá como uma surpresa que ninguém soa, er, como uma faixa do Chromeo com La Roux nela. Se você tem a versão do álbum, o que você precisa imaginar é que depois do refrão (0:46 na versão do álbum) e todo o refrão novo - A batida La Roux - aparece. 



Aqui a versão do álbum:








Parece que ela está cantando "if I'd only known the attention you crave, could this be the reason I'm running away? So I'm breaking the chain, because love isn't meant to complain." (se eu soubesse a atenção que você deseja, este poderia ser o motivo que eu estou fugindo? Então eu estou quebrando a cadeia, porque o amor não significa reclamar). Ela pode estar cantando alguma outra coisa. Ela faz algumas coisas no verso também.


Enfim, é tudo tão alegre de ouvir, então lá vai.


Fonte: pop justice




Foto via @Chromeo


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Ok, eu gosto de La Roux, mas tenho medo dessa de mexer na letra, e essas coisas. Só resta esperar :)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Hot Mess is coming!

O Dave postou no Blog Oficial algumas fotos do próximo Clip, Hot Mess. Ainda não sei quando vai ser lançado, mas pelas imagens, vai ser no mínimo, épico. hahahah





Fonte: Blog Oficial

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

ION Magazine: O começo, Bushmills, Surface 2 air, dando aulas e Jack White.

Saiu no site da ION Magazine, dia 8 deste mês, uma entrevista MUITO legal (mas muito legal mesmo, é grande mas vale a pena!) com o P e o David.









Na capa dessa edição estão Dave 1 e P-Thugg do Chromeo. Ser retrô em um mundo Ocidental não é fácil.  Tendo quebrado muito rapidamente a janela de pixieglass do segundo ano com o hit do LP Fancy Footwork,  o Chromeo está sacando as suas armas – não se re-inventando, mas ficando com o som que lhes é familiar. O novo disco, Business Casual, é uma gravação clássica do Chromeo (sim, o terceiro álbum da banda pode ser clássico) que vai agradar tanto os fãs dos trabalhos antriores e fãs de electro funk pop da década passada. ION teve sorte suficiente em ter Love & Electirk, uma jovem e popular atuação de gênero similar, entrevistando Dave1 e P-Thugg. Nunca mais essas duas bandas podem estar no mesmo quarto, como qualquer catástrofe poderia ser esvazia a piscina do Funk canadense.

Então nós ouvimos o seu album Business Casual. Qual foi sua inspiração musical nesse disco, em comparação com os anteriores?
Dave 1: Eu diria que nós escutamos muito mais rock clássico – rock clássico dos anos 70, soft rock, Toto, Boz Scaggs, mas quer dizer...
P-Thugg: Ainda há muito funk, mas o soft rock meio que nos deu uma nova direção.
Dave 1: Há também musicas que soam meio como nada. “Don’t turn the lights on”, para mim, a única influência foi, como, talvez Sade para determinadas melodias.

Vocês são os porta vozes do whiskey Bushmills. Vocês bebem puro ou com gelo?

P-Thugg: Com gelo.
Dave 1: Na verdade é muito bom.
Eu não sei muito sobre whiskey então o fato de eu poder bebê-lo... Quer dizer, aí é que está, quando você é uma banda como nós, e você não está na rádio e você não está em um grande programa de TV, existem muitas maneiras de financiar uma turnê e também ter algum tipo de preço de promoção. Eu sei que um monte de pessoas tradicionais podem pensar que é uma coisa de traição, mas isso realmente não quer dizer nada nessa época. Como eu vejo é tipo assim: as gravadoras fecham esses acordos onde eles tem sua publicidade, sua propaganda e direitos de turnê e eles te dão esse grande avanço. Nós dissemos não à isso por que para nós isso é importante. Isso é nosso. Para nós, eu sinto como se você assinasse esse contrato você é tão vendido como alguém que licencia algo pra um comercial. Eu quero dizer, eu deveria me sentir mais vendido se a gravadora estivesse fazendo dinheiro com nossos shows ao vivo. Eu estou feliz em falar sobre isso.  Nós na verdade tivemos alguns comentários. Quer dizer, você não nos vê bebendo. Não há lugar em que você nos veja bebendo. Não é como “Nossa, como é bom Bushmills”. Você não nos vê bebendo isso em nenhum lugar. As fotos só são fotos legais. Nós tivemos a aprovação de toda a dimensão artística. É tudo sobre amizade. Toda vez que eles tem um pequeno clic de nós, não estamos falando sobre Bushmills.Como não há menção de nós fazendo qualquer coisa com o produto deles.
P-Thugg: É tipo uma situação de ganha-ganha – o ganha –ganha de três vias. As pessoas do Bushmills ganham, nós ganhamos e os fãs ganham. Temos que colocar em um show melhor.
Dave 1: Nós colocamos todo o dinheiro de volta em tudo, os vídeos, o disco. Nós reinvestimos de volta em coisas, então todo mundo se beneficia.


Quando você reconheceu o sucesso e voltou à era do She’s in Control, tem coisas que se arrepende ou que faria diferente?

P-Thugg: A coisa toda! [risos]
Dave 1: Eu escutei ele outro dia e quer dizer, era uma droga, era bom. Não havia precedentes naquela época. As vezes eu olho paa trás e estou como  “Uh, a obra de arte.
É terrível.” Mas,, tipo,é o nosso primeiro album.
P-Thugg: Nós ainda estávamos procurando pelo nosso som.
Dave 1: Nós não tínhamos empresários; não sabíamos como um agente era. She’s in Control não estourou. Foi muito falho em vários níveis. Mas nós tivemos ‘Needy Girl’ e ‘Needy Girl’ era como um passaporte musical. Essa música foi pelo mundo todo, e os DJs a tocavam em todo lugar, mas não havia remixes em She’s in Control mas uma – na verdade uma péssima: Paper Faces.
P-Thugg: Nosso melhor remix foi dois anos depois.
Dave 1: A gravadora colocou todo o dinheiro dela pegando um remix DFA para Destination Overdrive’, e  eles estavam como ‘Nós gastamos tudo” e nós estavamos como, ‘nossa’. Então foi uma dura experiência de aprendizagem mas eu olho para trás e realmente de alguma forma eu estou mais orgulhoso do que nós fizemos, porque era só eu e o P, indo para todo lugar, só nós dois.
P-Thugg: Gravando tudo, mixando tudo…
Dave 1: Agora que eu olho para trás, nossa banda narra a vinda dos blogs ou youtube. Quando nós lançaos o primeiro álbum, MySpace ainda não existia e o youtube também não existia. Nosso vídeo de Needy Girl foi praticamente um dos primeiros vídeos virais... mas as pessoas tinham que mandar um link doido. É estranho porque nós meio que vimos tudo acontecer. DJs foram os primeiros a nos apoiar. Em primeiro lugar, é ralmente como isso chegou perto. Com o primeiro álbum eram os DJs e um vídeo de snowboard. Então muitas crianças aprenderam sobre nós através disso.

Quantos vídeos vocês fizeram com Surface to Air?

Dave 1: Dois. Eu gosto muito da Surface to Air. Nós devemos muito à eles – eles são tipo uma parte da nossa imagem, Nós colaboramos muito de perto com esses caras. A logo era deles, as pernas foram idéia deles, as capas para o Business Casual e Fancy Footwork foi deles. O cara que é dono da companhia toda é um grande amigo. Muito crédito tem que ser dado a ele... Nos divertimos nos vídeos mas nossos vídeos não são auto indulgentes, é realmente um serviço. Quero dizer, eu me divirto, mas realmente desejo que milhões e milhões de pessoas qe assistem os vídeos como ‘Night by Night’ se divirta mais que eu. Nós vemos isso como algo para realmente mostrar às pessoas um bom momento.

Como se sente em ter alguma influencia sobre os jovens músicos?

P-Thugg: É ótimo, especialmente quando nós pegamos perguntas, sabe, sobre produção com pessoas realmente interessadas no que está acontecendo por trás das cenas... mais especificamente me perguntando sobre o talk Box ou os sintetizadores que usamos. É muito recompensador.
Dave 1: Eu concordo com o P. É realmente humilhante, e nós falamos aos músicos o tempo todo e avisamos à eles e P está em contato com todos os caras e tal. Eu sinto que, ao mesmo tempo, quando limpa a fumaça, eu espero que em um ponto as pessoas notem que nós fomos osprimeiros a fazer isso – tão longe quanto o Funk dos anos 80. Obviamente tem o Daft Punk – eles insinuaram nisso. Mas em termos de realmente tentar reabilitar o Rick James, a coisa do Hall e Oates, os sintetizadores e tal... você sabe, nós fomos uns dos primeiros. Não que a gente queira um prêmio especial ou qualquer coisa, mas o reconhecimento soa bem quando a gente obtém isso. Mesmo nos nossos shows quando nós começamos, P tendo uma voz sintetizada era uma curiosidade. Ele iria “E aí?” e as pessoas ficariam como “O que é isso?” Não tivemos mais isso. Agora, as pessoas mal reagem. Mas quando nós começamos, era como “O que é isso? É um tubo! É um robô! É um cara!”.

Como foi colaborar com Yo Gabba Gabba! e escrever uma música que era infantil?
Dave 1: P sempre responde as perguntas do “Como foi”, mas outra coisa que nós deveríamos esclarecer é que nós não escrevemos aquela música. Acredite ou não, eles tem seus próprios compositores lá. Então todas as músicas do Yo Gabba Gabba! é como um cara. Eu acho que o nome dele era Ken Lee, esse cara asiático moderno com óculos grandes. Ele escreveu a coisa toda e mandou para nós, tipo, três músicas, elas tinham qualidade demo então a gente pegou as músicas, escolhemos uma e transformamos em uma coisa Funky do Chromeo.
P-Thugg: Todas as três idéias eram muito compatíveis para nós. Então ele tinha os caras na mente quando ele estava escrevendo?
Dave 1: Definitivamente, especialmente a que a gente escolheu. Um par de músicas já poderia estar esperando, mas aquela já era muito funky.

Então, Dave, você está terminando seu PHD em literatura francesa e agora está ensinando em Nova York. Como você consegue equilibrar isso com música e como é quando os alunos te reconhecem?
Dave 1: Eu realmente não sei. Você tem que perguntar aos meus estudantes, mas acho que é meio divertido para eles. Eu não penso nisso quando dou aula porque há muito para fazer. É difícil equilibrar. Ao mesmo tempo. com a banda, você tem tempo quando não está em turnê. Escrever músicas para nós felizmente é muito rápido.  E o modo que nós dividimos o trabalho, P pode fazer um monte de coisas na minha ausência e então eu posso vir e nós podemos trabalhar. Esperamos que na próxima vez que nós fizermos uma entrevista com a ION eu serei um bom professor.

Você já deu aula com sua jaqueta de couro?  
Dave 1: Eu já usei jaquetas de couro, mas essa é um pouco sem mangas demais, sabe?
Chromeo esta aí por 8 anos, o que desmente qualquer tipo de rumor que as pessoas possam ter sobre vocês. Quais são suas idéias sobre essa questão?
Dave 1: É compreensível. Quer dizer, olha como a gente parece. Esse cara tem um tubo na boca; Eu falo sobre garotas. Quer dizer, obviamente eu teria minhas suspeitas também. Mas eu acho que Fancy Footwork meio que dissipou isso. Quando começamos nós parecíamos com o White Stripes. Quero dizer, Jack White usando calças vermelhas, redemoinhos em todo lugar, ele parecia música retro também. Como é que ninguém acha que eles são uma banda de brincadeira? Eles vem fazendo a mesma coisa e a imagem é  super consistente. Talvez, subconscientemente nós tentamos aplicar isso. E se você olha para o que somos agora, as pernas estão em todo lugar, o logo cromado está em todo lugar, tudo é consistente. Nós estamos tentando criar um universo entre nós e as capas dos nossos álbuns, nossas letras e tema. Quanto mais você faz isso, mais difícil fica para os outros te imitar. É por isso, a propósito, que você não pode imitar Jack White, como “what are you gonna do?” Quero dizer, quem pode sair por aí imitando Jack White? Ele é intocável. Ele é o único que pode usar calças vermelhas, cantar do jeito que canta, e ter aquele som retro e obra de arte doida. Então eu acho que é um modelo legal para seguir. Isso é o que leva á credibilidade à longo prazo.